Como o varejo pode ficar à frente de seus concorrentes

Como o varejo pode ficar à frente de seus concorrentes

Um novo estudo mostra como e onde os varejistas estão errando em suas negociações com a indústria e o que é preciso fazer para melhorar os resultados. Nenhuma empresa nega a importância de negociar com os fornecedores: 95% concordam que esse é um aspecto central no aumento das vendas e no desempenho global da companhia. Ainda assim, muitos varejistas não estão usando de forma eficiente esse momento para mostrar que são especialistas traduzir a inteligência de negócios em ações práticas para aumentar suas vendas e lucros.

Dois terços das empresas querem gastar menos tempo analisando dados e mais tempo na resolução de problemas. Ao mesmo tempo, 61% querem chegar a um consenso sobre ações que resolvam conflitos com fornecedores e aumentem as vendas. O que pode ajudar o varejo a alcançar esses objetivos?

O estudo “Transforming the trade meeting”, da dunnhumby, mostra o que o varejo precisa fazer para transformar suas negociações com fornecedores em uma plataforma mais eficiente de geração de resultados – para si e para toda a cadeia de distribuição. Realizado com 739 executivos de nível sênior em varejistas europeus (50% deles no setor supermercadista), o estudo revela que a maior parte do tempo de preparação para as negociações com fornecedores é dedicado à interpretação dos dados de venda, seguido pela definição de ações a partir desses dados. O tempo de coleta e interpretação dos dados é visto, na maioria dos casos, como um desperdício de recursos, uma vez que os executivos desejam ocupar seu tempo solucionando os problemas identificados.

Embora as negociações estejam focadas em vendas, normalmente a agenda das reuniões negociais não traz componentes essenciais para a tomada de decisões estratégicas, como o desempenho das ações mais recentes ou o comportamento dos clientes no PDV. Para os líderes do varejo, esse deveria ser um momento de lidar com insights que pudessem ser imediatamente utilizados, em um ambiente de solução de problemas e de planejamento estratégico.

O estudo mostra que os líderes do varejo esperam que seu relacionamento com a indústria seja pautado no diagnóstico rápido dos problemas de vendas, na capacidade de antecipar e atacar riscos antes que eles se transformem em um problema mais sério, e em acelerar a tomada de ações. Com o uso de machine learning, inteligência artificial e ciência do consumo, as empresas podem se antecipar a seus concorrentes, passar menos tempo analisando dados e dedicar mais atenção às decisões que precisam ser tomadas.

O varejo está se movendo mais rápido do que nunca e, por isso, os executivos não podem mais gastar dias ou semanas analisando o panorama competitivo antes de tomar uma decisão. Ao adotar uma estratégia de identificar as questões que afetam o desempenho da empresa e solucionar rapidamente esses problemas, os executivos serão capazes de se colocar à frente dos concorrentes, corrigir problemas mais rapidamente e bater suas metas.

Saiba mais no estudo “Transforming the trade meeting”, desenvolvido pela dunnhumby.

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